Propõe um deslocamento do olhar: aquilo que antes era chão torna-se suspensão, e o que é raiz transforma-se em movimento. A obra convida o espectador a sentir o Cerrado não apenas como paisagem, mas como força, presença e continuidade.
A composição revela um território vivo, onde o tempo é percebido na repetição das formas e na delicadeza dos detalhes.
Cada elemento carrega memória, origem e resistência, evocando o ciclo natural de nascimento, transformação e permanência.