O ateliê nasceu de um gesto simples: pegar o que o Cerrado oferece — uma semente caída, uma cor preferida nessa paleta terrosa, a textura ao tocar o capim seco dourado — e transformar isso em arte.
Dedicado a criar peças únicas a partir de sementes e da paleta natural deste bioma que cobre boa parte do Brasil central, cada obra carrega um pouco da resistência das árvores retorcidas do Cerrado, da fartura escondida sobre o solo vermelho, dos povos e sua cultura e do explendor das chapadas.
Não fazemos réplicas. Fazemos relicários: pequenos guardiões de memória, natureza e identidade brasileira, moldados à mão para durar.